Onde Estamos

SÃO PAULO

PARÁ

GOIÁS

RIO DE JANEIRO

MINAS GERAIS

MOÇAMBIQUE

NO MUNDO

Processo de Discernimento Vocacional e Formação em Etapas

Acompanhamento Vocacional

A jovem que se pergunta pela sua vocação e deseja ser acompanhada vocacionalmente deve entrar em contato com a comunidade de Agostinianas Missionárias mais próxima e falar do seu interesse em aprofundar sobre a sua vocação. Será acompanhada no seu próprio ambiente, através de correspondência e visitas à família por parte da Irmã responsável pela pastoral vocacional. A candidata pede-se a participação nas ações programadas: encontros na comunidade e outros contatos.
Depois de um período de acompanhamento e discernimento da vocação, estando a jovem ciente e desejosa de ingressar na comunidade de formação, a jovem faz o pedido para fazer a experiência na comunidade de formação. A fase formativa do ASPIRANTADO ajudará a jovem clarificar, aprofundar e consolidar o desejo de ser Agostiniana Missionária.

Aspirantado

Esta modalidade abre as portas a todas as jovens que tenham completado 16 anos de idade, cursando 2º ano do Ensino Médio e sejam consideradas idôneas para iniciarem a sua caminhada vocacional na congregação. A comunidade do Aspirantado, e particularmente a Equipe Formativa, desempenharão a função educativa da família e dos pais, acompanhando as jovens nos mais diversos níveis do seu crescimento humano e cristão.

Postulantado

O postulantado é uma etapa em que a jovem aprofunda na fé e busca ter clareza de sua vocação através de uma formação humano-cristã, da prática da oração, do conhecimento da Congregação, da integração em um grupo comunitário, da responsabilidade no trabalho e da participação em algum compromisso apostólico.

Noviciado

O noviciado marca o tempo especial de preparação para a consagração religiosa. Quando a jovem o inicia deve estar definida na opção. Nesta etapa, a noviça se dedicará especialmente a aprofundar sua experiência pessoal de fé e opção por Jesus Cristo, inspirada na espiritualidade agostiniana e no carisma da Congregação.
Ao final desta etapa, tanto a noviça como a Congregação estarão em condições de conhecer com maior clareza sua vocação e idoneidade para a vida religiosa agostiniana.

Comunidade Santo Agostinho – Moçambique

A comunidade foi fundada no dia 31 de maio de 1995 como resposta à nossa dimensão missionária além-fronteiras e como gesto de partilha daquilo que somos e temos com os nossos irmão moçambicanos, especialmente da Diocese de Inhambane. Iniciam esta missão as Irmãs Evanilda de Jesus Coelho da Costa, Antonia Eribe e Ana Fátima Mendonça.

O ano de 1995 é consagrado à inserção na realidade africana e busca de um campo de trabalho que respondesse às reais necessidades da região. As Irmãs iniciam a dinâmica da inculturação: o contato com o povo de quem recebem uma calorosa acolhida, o estudo da língua e cultura local, o conhecimento do trabalho pastoral que vinha sendo realizado pelos Missionários da Consolata e catequistas africanos, e os trâmites necessários para a abertura da Escola Secundária Padre Gumiero.

Em 1996, as Irmãs, juntamente com os Missionários da Consolata, dão início às atividades da Escola. Dificuldades? Não foram e não são poucas.  Entretanto, os bons resultados têm sido muitos. Em 1997, com o fim de favorecer aos adolescentes e jovens da redondeza e até mesmo de todo o país, abriram-se dois internatos: um para as meninas e outro para os meninos. A comunidade de Mapinhane vive a intercongregacionalidade com a presença da Irmã Marilda, franciscana recoletina que desde 1999 participa desta missão.

Comunidade Nossa Senhora da Consolação

As Irmãs Agostinianas Missionárias começam a sua presença no vale do Jequitinhonha, norte do Estado de Minas Gerais, pela cidade de Bandeira.O objetivo de nossa presença ali era colaborar na organização de comunidades eclesiais e assisti-las enquanto não se tornassem paróquias. O contrato com o Bispo diocesano previa, portanto, a existência de uma comunidade itinerante.

Em fevereiro de 1992, obedecendo ao proposto, a comunidade se transfere para a cidade de Divisópolis e ali segue cumprindo o seu objetivo: formação e animação de lideranças; animação pastoral da saúde, da criança e da juventude; organizam e levam efeito a pastoral catequética, assistem os doentes, dentre outras atividades.

Comunidade Santa Ria de Cássia

1959…Início de uma grande jornada!

Bordado, pintura, datilografia, música, foram as atividades desenvolvidas inicialmente pelas Irmãs: Rosário, Maria Aparecida Monteiro e Pillar Del Rio, ao que se seguiu o ensino das primeiras letras. Nascia o Colégio Santa Rita de Cássia, hoje referência na região. Do passado construímos o presente e, neste, projetamos o futuro. A música, e o teatro, o esporte, a prática da solidariedade, o cultivo da fé são as bases sobre as quais vamos construindo conhecimento e formando cidadãos conscientes, livres, autônomos, solidários… Ousando sonhar e perseguir nossos sonhos; pisando o chão com realismo; enfrentando os riscos; apoiando-nos mutuamente na caminhada; vibrando com as conquistas; confrontando, revendo, corrigindo, confirmando, recomeçando…

Todo dia e o dia todo felizes com o que somos e fazemos!

Comunidade Mater Consolations

O Colégio Mater Consolationis, do Rio de Janeiro, fundado em 02/07/1954, teve suas atividades encerradas em 1975. Desde 01/08/2005 reabriu as suas portas como Centro de Integração Social Santo Agostinho (CISSA), com o objetivo de atender crianças e adolescentes na faixa etária de 06 a 14 anos e jovens de 15 a 17 anos, de ambos os sexos, oferecendo-lhes um programa sócio/educativo e qualificação profissional (Informática), tendo em vista seu desenvolvimento como cidadãos e a melhoria de suas condições de vida e preparo para inserção no mercado de trabalho. Para que isso aconteça, nós Irmãs Agostinianas Missionárias contamos com a colaboração importante de leigos e leigas nesta missão.

Este centro abre também as suas portas para as necessidades de formação da Igreja local ,comunidade e associação de ex-alunas. Como marca essencial de toda a nossa ação educativa, esta presença e relação com as crianças, jovens e adultos “visa colaborar com cada um em seu processo de plena realização para que surja como pessoa consciente de sua dignidade, sã, crítica, aberta aos valores transcendentes e comprometida em fazer presente o reino pela fraternidade universal, o amor, a justiça e a paz “(cf. C.51,56).